02 maio 2011

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Espero que seja aqui o ponto final desta história que para o meu lado terminou mal... E sinto que um punhal me atravessa de trás prá frente, de cima a baixo.


Estou num buraco, sem lá estar. O problema é não saber onde fico, continuam a pôr-me lá, mas só quero que me deixem ir à minha vidinha... E que vivam longe, bem longe.


O melhor será pegar no buraco e transformá-lo num canudo para espreitar e tentar vislumbrar alguma coisa boa, distante, porque tudo o que está perto só me condiciona a existência.


Haverá alguma coisa que se revele positiva? :(


2 Comments:

Blogger a.i. said...

ohhh... de facto é uma estupidez dizer-se que tristezas não pagam dívidas. Se formos a ver bem, há algum artista (dos grandes, os verdadeiros artistas, sejam poetas, pintores, escultores, músicos, etc) que não tivesse uma vida cheia de tristezas? E é isso que torna as suas obras tão ricas e intemporais (e portanto, as tristezas deram-lhes para pagar, e bem!, as dívidas). Bem, quer dizer, ou isso ou drogas e/ou álcool. Não sendo este segundo o teu caso, quando vejo estes teus lirismos, penso sempre que de facto são estes momentos de emoções à flor da pele que te dão a inspiração. Portanto, quem sabe, um dia juntas tudo, escreves uma novela e provas como nem sempre é a vida que imita a arte!

segunda-feira, 02 maio, 2011  
Blogger Margot said...

É verdade que o sofrimento põe tudo em causa. Mas não tentes pôr tudo ao mesmo tempo senão ficas sem chão. Lava as feridas, aproveita essa capacidade de escrita para semear mais frases por Lisboa ou por um livro e segue em frente. Eu sei que vais conseguir.

sábado, 07 maio, 2011  

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